Como ajudar alunos que correm o risco de reprovar?

Algumas medidas tomadas pelos professores podem ajudar os alunos que estão em risco de perder o ano nas últimas semanas letivas.

 

Final de semestre está aí e muitos alunos perigam reprovar ou ficar para recuperação. Talvez este seja o momento de os professores atentarem mais para esses casos e tentarem evitar uma possível perda do ano, na medida do possível. Uma boa tentativa de sanar ou minimizar esses casos-problema, seria dispensar uma atenção especial a eles. Primeiramente, é preciso chamar o aluno para uma conversa. A partir desse diálogo ficará claro para o professor se é possível ou se o esforço de ajudar o aluno é válido. Será que ele realmente está disposto a se dedicar e tentar salvar o ano, ou já desistiu e não demonstra nenhuma propensão a um esforço maior nessas semanas que faltam?

Se o aluno demonstrar interesse em correr atrás do tempo perdido, passemos para o segundo passo. As últimas provas bimestrais ainda estão por vir e, em alguns casos, uma boa nota nelas pode evitar a recuperação. O professor pode desenvolver exercícios específicos para os alunos realizarem em casa e marcarem horários fora da sala de aula para sanar as dúvidas. A partir desses exercícios específicos e do esforço maior do aluno, será provável que ele se saia melhor na última avaliação do ano.

De qualquer forma, em muitos casos, a recuperação é inevitável. Infelizmente, em muitas escolas, a forma pedagógica como se conduz a etapa da recuperação nem sempre traz bons resultados para o aluno, mesmo que ele não reprove de ano. Em vez de uma avaliação final contemplando o conteúdo do bimestre, ou, semestre, é preciso que sejam feitos vários exercícios diários que recuperem o conteúdo não apreendido e que esse processo seja avaliado de perto pelo professor.

O esforço do aluno também deve ser avaliado. Mesmo que ele não consiga atingir a nota necessária, um conselho deve decidir se ele merece ser reprovado ou não. Nem sempre a reprovação é a melhor saída. Mas, na maioria dos casos, é a única. Caso o aluno reprove, esse resultado não deve ficar restrito ao boletim. É preciso que haja um acompanhamento pedagógico e psicológico envolvido nesse processo. Reprovar pode ser um grande trauma durante a trajetória acadêmica de um estudante, ainda que seja a melhor opção do ponto de vista educacional. Daí a importância de um acompanhamento estrito diante de tal processo.

Texto produzido pela equipe da Futuro Eventos.

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