Qual é a sua melhor forma de estudo?

Como você estuda? Qual o seu método específico ou combinação de métodos que lhe geram melhores resultados de aprendizado? Você sabe reconhecer seus pontos fortes e fracos na hora de entender e estudar mais sobre um conteúdo? Conheça alguns métodos e descubra qual deles ou qual combinação entre eles é a mais adequada para você.

 

Aprender é um esforço contínuo e ininterrupto. O conhecimento nunca se esgota. Mas para facilitar esse processo é preciso que saibamos qual a forma de estudo que melhor se encaixa em nossa própria capacidade de apreensão. Assim, sendo capazes de conhecer e reconhecer nossas deficiências, talentos e limites, podemos aproveitar melhor o tempo que temos disponível para estudar. Diversas pesquisas científicas que tentaram medir a quantidade de conhecimento apreendido pelo cérebro humano após testes específicos de cognição chegaram à conclusão de que a melhor forma de aprender é ensinando. No entanto, nem sempre isso é possível. Muitas vezes, nossos momentos de estudo se dão de maneira individual, especialmente entre alunos que optam por cursos de Ensino à Distância que, além de mais acessíveis, também se adequam à correria do dia a dia, ao trabalho, aos compromissos familiares e sociais.De qualquer forma, sendo você aluno de um curso de EaD ou não, é preciso que saiba reconhecer qual a forma de estudo que lhe gera mais resultados positivos, equacionando tempo em relação à absorção de conteúdo. Abaixo seguem alguns métodos de aprendizagem e seus desdobramentos didáticos que com certeza você conhece e já praticou, com o intuito de ajudá-lo a descobrir qual o mais indicado para os seus estudos. E eles não precisam ser praticados de forma individual, muitas vezes é a combinação de um ou mais métodos que geram os melhores resultados.

Leitura: o modelo mais clássico de estudo é a leitura do conteúdo a ser apreendido. Mas essa leitura não pode ser rápida, dinâmica e sem uma alta capacidade de concentração. É preciso ler e indagar sobre aquilo que é lido. Sublinhando o texto, fazendo marcações de página e posteriormente refletindo em como o conteúdo pode ser aplicável ou qual o seu sentido prático para a sua área de atuação.
Explicando para si mesmo em voz alta: às vezes, como num ensaio para uma palestra ou apresentação de trabalho, aprendemos mais explicando para nós mesmos aquilo que sabemos. A partir da fala, também somos capazes de perceber nossos esquecimentos ou lacunas sobre o assunto estudado. Além disso, também treinamos nossa retórica e tornamo-nos mais confiantes ao falar em público.
Através de recursos audiovisuais: assistir a vídeos explicativos, fazer diagramas de raciocínio, elaborar tabelas de dados ou fichamentos coloridos, todos esses recursos são ótimos para aqueles que possuem uma memória visual prevalente no seu estilo de aprendizado. Utilize cores, códigos e até ilustrações feitas à mão para não só memorizar, mas também entender aquilo que você tenta demonstrar e aprender através de imagens.
Através da explicação ou exposição do conteúdo feita por um professor:por esta forma de aprendizado todos nós já passamos, é a clássica forma de exposição do conteúdo em sala de aula. Muitos professores permitem que seus alunos gravem suas aulas para que possam posteriormente assisti-las e estudar através delas. Para os alunos de EaD, a aplicação desse método é fundamental, pois as vídeo-aulas ficam sempre à disposição para serem revistas.
Através de aplicações práticas feitas por um professor: tal forma de aprendizado se dá mais dentro das ciências exatas e biológicas, quando a aplicação prática de um conceito se faz necessária, como assistir a uma aula de laboratório ou de processos mecânicos, por exemplo. Também é possível pedir para o professor que a demonstração seja gravada ou procurar por conteúdos online que reproduzam os experimentos.
Fazendo você mesmo: este fazer você mesmo se aplica a todas as áreas de conhecimento: exatas, biológicas e humanas. Fazer você mesmo significa reproduzir na prática aquilo que foi visto em sala de aula. Isso parece claro no caso das áreas de exatas e biológicas e normalmente tais cursos dispõem de matérias específicas em que há o treinamento prático. No caso das ciências humanas, geralmente, fazer você mesmo significa refletir sobre as questões e paradigmas vistos em sala de aula, elaborando suas próprias ideias a partir deles e, posteriormente, escrevendo ensaios sobre as suas próprias considerações com relação ao que aprendeu.
Ensinando a outra pessoa: nem sempre é possível ou existe alguém disponível para servir de cobaia para ensinarmos. Mas uma possibilidade interessante para os estudantes é montar grupos de trabalho ou estudo em que todos debatam os conteúdos vistos. Sempre haverá alguém que não entendeu tão bem aquilo que para você ficou claro e vice-e-versa. Grupos de estudo entre alunos de uma mesma turma ou área de interesse são extremamente produtivos. Inclusive, esta é uma iniciativa que poderia partir dos próprios professores para um melhor rendimento de seus estudantes.

Texto produzido pela equipe da Futuro Eventos.

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